
Vivemos em um mundo onde muito se fala e pouco se faz.
Há tempos se discute sobre muitas ações "erradas" do ser humano. Palestras são dadas para obter (ou pelo menos tentar mudar um pouco a cabeça de quem as assiste) uma melhoria dos seres humanos.
Intolerância, preconceito, são assuntos em que num momento as pessoas se dizem contra, e são totalmente a favor de que as coisas mudem, e pouco tempo depois, estão, de alguma forma, sendo intolerantes com algo ou alguém e fazendo alguém sofrer, de algum modo, por não aceitarem sua religião, visão política, sua carreira, sua sexualidade e até mesmo uma das coisas mais banais como "time do coração".
Outro ponto importante é a questão de nosso país. Será que estamos mesmo preparados para aceitar uma pessoa deficiente em nosso dia a dia, tanto financeiramente, quanto piscologicamente ou será tudo uma grande máscara? E será mesmo que nosso país é tão amoroso e caloroso com estrangeiros quanto parece?
A resposta é simples, não. Uma pessoa deficiente, independente de qual seja, sofre tanto com a falta de ajuda das pessoas, como da estrutura de muitos locais, e os brasileiros (em sua maioria) são covardes o bastante para agredir um estrangeiro que mal conhece aqui, por exemplo, os argentinos, porém, o troco é dado quando estamos do "outro lado do jogo".
Mas mesmo com todos esses defeitos, tanto na questão nacional, quanto na internacional, tem a sua exceção.
Ainda assim é possível encontrar pessoas que realmente se importem com o "bem-estar" de outros seres, pessoas que não se importem com a condição financeira de alguém, nem com a raça, cor ou sexualidade de outros. Pessoas assim, de coração puro, está faltando e a humanidade precisa de ajuda, implora por umas aulas de verdadeiros valores humanos.
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